Pergunte como você perguntaria a um amigo médico. Respondemos com calma, sem jargão, com base em evidência científica.

Muito antes da neurociência descrever sensibilização central e dor crônica, Munch já havia pintado o que tantos pacientes sentem: um grito que vem de dentro, que ninguém mais escuta, e que não cessa.
A dor crônica, muitas vezes, é exatamente assim. Não se vê no exame. Não aparece no raio-X. Mas está lá, constante, e é tão real quanto qualquer outra doença.
"A arte cria consciência da dor que a medicina precisa aprender a cuidar."
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